
Ângulos Especial Impressa nº 3
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Cheguei à Presidência da nossa Caixa de Assistência, a Mútua, com grande satisfação e ávido por trabalhar em prol de melhorias para a Instituição e para nossas categorias. Conforme citei em meu discurso de posse, estar à frente dessa Instituição é a realização de um sonho. Mas um sonho real e concreto, que foi construído com muito trabalho, planejamento e, principalmente, com metas traçadas claramente e com o objetivo nítido e palpável de entregar, de fato, facilidades, produtos, serviços e benefícios significativos e que impactem profundamente a vida dos profissionais do Sistema Confea/Crea e Mútua.
Nesse contexto, o momento vivido pela Mútua está imbuído de fortes e verdadeiros sentimentos, que gosto de expressar através de algumas falas emblemáticas – que estão sendo transformadas em ações. A principal, e que para mim representa o cerne da minha gestão, é chamamento aos profissionais e todos que compõem o Sistema, para que tomem para si e pratiquem o sentimento de pertencimento. Do Dicionário de Direitos Humanos, a expressão “Pertencimento” nos remete à “crença subjetiva numa origem comum que une distintos indivíduos”, fazendo com que esses mesmos indivíduos pensem em si mesmos como membros de uma coletividade.
Ou seja, é preciso que, internamente, cada um dos mais de 1 milhão de engenheiros, agrônomos e profissionais das Geociências sintam-se integrados e como peças-chave do nosso ordenamento profissional e, por conseguinte, parte da nossa Mútua, que não apenas é o “braço social” do Sistema, mas é parte integrante e essencial nessa estrutura da Engenharia brasileira. E como fazer isso? Acolhendo! Com isso, chegamos a mais uma ação (expressão) da nossa gestão. Vamos mudar posturas, atitudes e a mensagem transmitida pela Instituição para dar esse acolhimento aos profissionais. Queremos mostrar que a Mútua é formada por vidas e para vidas, para ser parceira dos profissionais e, que da mesma forma, eles são fundamentais para a Caixa de Assistência.
Também passando pelo acolhimento, temos o olhar social e humano para os profissionais que mais precisam da nossa ajuda. Quantos de nós perderam seus empregos e suas rendas devido à pandemia da Covid-19 ou por outra fatalidade da vida? Ou ainda, quantos foram acometidos por problemas de saúde? Nesse contexto, o mutualismo deve imperar, quando o associado mais precisa.
O cunho social da Instituição, hoje, de fato, direciona nossos trabalhos. O carro chefe da Mútua não pode ser o benefício financeiro, pois, dessa maneira, continuará atendendo a poucos e fazendo papel de banco. E essa não é, e não será, a missão da nossa Caixa de Assistência. Avançaremos em áreas como empreendedorismo, inovação, recolocação profissional, desenvolvimento e qualificação, entre outras.
Para trazer essa nova visão da Mútua, que tanto deve estar impregnada no corpo funcional e diretivo, quanto na percepção dos profissionais em geral, uma série de medidas são necessárias. Entre as quais, um planejamento estratégico sólido e viável, projetos de excelência e gestores e colaboradores técnicos e preparados para lidar com uma organização com as características da Mútua. Seguimos nessa linha, promovendo a reestruturação interna, definindo o planejamento estratégico e consolidando essa nova mentalidade de uma Mútua arrojada, proativa, moderna, dinâmica e acessível.
Em quatro linhas de foco – Benefícios, Financeiro, Comunicação e Gestão – elencamos as ações prioritárias. No escopo dos Benefícios, a oferta de novos planos de saúde pela Caixa de Assistência recebeu prioridade absoluta e estamos avançando nesse sentido. Sabemos que este é o maior anseio dos nossos profissionais e estamos focados em oferecer planos de qualidade a preços justos. É um compromisso da nossa gestão!
Destaque, ainda, para o projeto de criação do aplicativo da Mútua, de descontos nas anuidades por meio do Cashback ART, portal de assinatura eletrônica, estudos junto ao Confea para atendimento aos estudantes, aprimoramento de processos, adesão ao Pacto Global, entre outros. Algumas iniciativas importantes já começam a sair do papel. Efetivamos uma redução nos juros dos benefícios reembolsáveis, em uma média geral de 33,3%, lançamos, mês passado, uma campanha para regularização das anuidades em atraso e ampliamos as ações de comunicação e de divulgação da Mútua.
A premissa de um Sistema que trabalha em parceria e por objetivos comuns é outro aspecto relevante, que também intensificamos. E, além disso, já vemos os reflexos de uma maior aproximação com o Confea e com os Creas. Os diversos integrantes do Sistema – Confea, Creas, Mútua, conselheiros, entidades de classe, Instituições de Ensino Superior e o corpo funcional dessas instituições – precisam trabalhar de forma uníssona, a exemplo da já histórica articulação pela defesa do salário mínimo profissional, em que todo o Sistema — sob a condução do Conselho Federal e do presidente Joel Krüger — esteve envolvido e conseguiu reverter a tentativa de extinção de um direito tão importante para nossas categorias.
Esse é um marco para nosso Sistema, que devemos sempre lembrar e tomar como parâmetro de ação.
Iniciamos, em 25 de agosto deste ano, um novo ciclo na Mútua que levará nossa Caixa de Assistência a um novo patamar. As diretrizes da transparência e da ética, bem como trabalhar com eficiência e dedicação, nos levarão a “acontecer”, a progredir e a compartilhar apoio, cuidado e amparo.
Vamos, juntos?
Francisco Antonio Silva de Almeida
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