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A geografia da cidade do Rio de Janeiro é constituída por maciços verdes, encostas, cursos d’água e demais atributos ambientais que tornam o território urbano um ambiente diverso em paisagens naturais. As áreas de ocupação antrópica inseridas nos ecossistemas existentes, principalmente nas encostas da Floresta Pluvial Atlântica, devem ser objetos de políticas públicas que visem o bem-estar social.
O desenvolvimento das cidades precisa ser inclusivo. A participação social nos projetos realizados em áreas públicas gera múltiplos benefícios. Sentir-se parte de determinado território e colaborar ativamente com a melhoria da qualidade ambiental representa uma importante mudança de paradigma. A gestão pública ao considerar os diversos grupos sociais pertencentes a aquele território exerce papel importante na redução das desigualdades.
O Programa Mutirão Reflorestamento, realizado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro desde 1986, tem por objetivo recuperar áreas de encostas desmatadas, próximas a comunidades carentes, com o intuito de afastar o risco de deslizamentos e conter o crescimento desordenado.
As encostas do Morro Dois Irmãos são exemplo emblemático dos serviços prestados pelo poder público em parceria com as comunidades adjacentes. Localizado no final da orla da zona sul, tendo como entorno a Av. Niemeyer, o Vidigal, São Conrado e o Alto Leblon, o Morro Dois Irmãos chama atenção pela formação geológica e pelo matiz de coloração natural expresso pela cobertura vegetal.
As ações de restauração ecológica dependem da resiliência ambiental. A capacidade de determinado ecossistema reagir a perturbações externas determina sua resiliência. Ecossistemas mais resilientes retornam em menor período de tempo ao estado anterior à perturbação. Os projetos de recuperação de áreas degradadas e de manejo florestal tendem a restabelecer as condições favoráveis ao estabelecimento das espécies. A biodiversidade do patrimônio ambiental natural do Bioma Mata Atlântica deve ser alvo de políticas públicas voltadas à promoção da sustentabilidade.
As fases de diagnóstico, planejamento e execução dos projetos públicos devem contar com controle social. A integração dos atores sociais às ações realizadas pelo poder público são a chave para o desenvolvimento das cidades. Enquanto premissa do Programa Mutirão Reflorestamento, a mão-de-obra das comunidades lindeiras às áreas de reflorestamento colaborou com o sucesso dos trabalhos.
A tomada de decisão nas diversas etapas do projeto, desde a escolha das espécies à seleção de áreas estratégicas de intervenção, deve considerar as especificidades locais, principalmente aquelas ambientais e sociais. As consequências para a economia local abrangem a empregabilidade direta ao programa de reflorestamento e a presença de áreas verdes para o desenvolvimento de atividades de uso indireto dos recursos naturais, tais como a realização de registros fotográficos da fauna e da flora existentes nas Unidades de Conservação da Natureza a caminhadas em circuitos e trilhas ecoturísticas, com a garantia da manutenção e incremento da oferta dos serviços ecossistêmicos para as presentes e futuras gerações.
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